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| Amputações Amputação talvez tenha sido um dos primeiros tipos de cirurgia na história da Medicina. Nas guerras, quando as pessoas perdiam parte dos pés, das pernas ou dos braços, esses membros eram amputados sem anestesia, de forma cruenta, na tentativa muitas vezes frustrada de salvar a vida desses pacientes. De algum modo, herdamos um pouco a visão desse impacto causado pelas primeiras amputações, embora na medicina moderna elas tenham significado e indicação absolutamente diferente das intervenções realizadas no passado. Hoje, a amputação pode representar a única possibilidade de a pessoa voltar a andar, de reassumir suas atividades e de levar vida absolutamente normal. Leia a entrevista completa... Reabilitação de amputados Amputações fazem parte da história da Medicina há séculos. Num passado ainda recente, quando eram realizadas, o amputado ganhava um par de muletas e saía nelas apoiado. Depois surgiram as primeiras próteses que procuravam imitar esteticamente o membro perdido. Em algumas eram desenhados até os pêlos para que ficassem mais parecidas com o membro amputado. É evidente que não conseguiam atingir a finalidade proposta e continuavam sendo apenas uma prótese facilmente reconhecida quando se olhava para elas. Com o passar do tempo, essa filosofia modificou-se por completo. Atualmente, a prótese faz parte do tratamento de reabilitação, uma parte importantíssima, aliás. No entanto, a reabilitação dos amputados envolve uma conduta muito mais ampla. Não há mais a preocupação de imitar o membro perdido. Ao contrário, as próteses assumiram o papel a que se destinam, ou seja, de recuperar a função do membro lesado. Interessa fazer com que o amputado assuma sua nova condição, retome suas atividades rotineiras, possa praticar esportes e viver a vida em sua plenitude. Leia a entrevista completa... |
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